Olhando a noite partir, aprisionando o sol nos meus dedos, repetindo no céu um labirinto de letras deitadas no papel, enquanto a estrela dorme, a chuva de um sonho cai.
Por um triz De uma noite — neon temperada de sonhos, desatamos nós. Sem ser dito o porquê de um minuto que não vira mais, se perdendo no ponteiro do amanhã… 💧 (Ana Vilarejo)
Em câmera lenta Folhas de papel Rasgadas Largadas ao vento Fragmentos Em versos Que o tempo Silenciou Rascunhos Rabiscos E o que deixou de ser Do início ao fim Virou poesia... 💧 _ Ana Vilarejo
Escrevo Pequeno Escrevo pequeno para não caber na sombra de não ser nada. Sem pés ou asas — descalça. Escrevo pequeno, o sentir imerso em ser. 💧 — Ana Vilarejo